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O que é nômade digital

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Nômades digitais são empresários e profissionais que comumente trabalham como escritores freelancers, fotógrafos, designers, desenvolvedores de software e qualquer outro tipo de trabalhador do conhecimento que possa realizar suas tarefas independente de sua localização física. Fazem uso de novas tecnologias como internet wireless, smartphones e aplicativos de Computação em nuvem para conduzir seus negócios, trabalhar remotamente e produzir renda de onde quer que estejam vivendo ou viajando.
Nômade digital pode trabalhar de casa ou em espaços coworking, cafeterias e até em uma biblioteca para cumprir tarefas e objetivos que tradicionalmente seriam realizados em uma posição fixa de trabalho.

Veja alguns benefícios que esse modo de vida pode trazer.
-Amigos em todo o mundo
-Conhecimento empírico dos lugares que passei
-Respeito pelo próximo
-Auto-conhecimento
-Aceitação de culturas diferentes
-Novas perspectivas
-Mais flexibilidade
-Mais paciência

O Nômade digital pode ser qualquer um:
Em cidades litorâneas como é o caso de Lauro de Freitas e Salvador, é comum haverem turistas que em um certo momento da viagem precisam resolver alguma situação do trabalho que foi deixado por alguns dias. Nessa situação é comum procurar espaços coworking ou cafeterias próximo ao hotel para poder se empenhar na atividade profissional.

Quem sabe um dia não pode ser você que precise trabalhar durante uma viagem. Se for o caso, aproveite.

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Nova atração para moradores de Lauro de Freitas

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Depois de 22 anos o Parque ecológico de Vilas do Atlântico foi reinaugurado no dia mundial do meio ambiente. Uma série de atividades alusivas ao Dia Mundial do Meio Ambiente serão realizadas no Parque desde a segunda (5) e devem seguir até a próxima segunda (11) que incluem palestras e seminários.
O parque ficará aberto todos os dias das 8:00 as 17:00 e a entrada é gratuita.
Toda a área correspondente ao Parque Ecológico corresponde a quase 135 mil m² de área verde classificada como Zona Especial de Interesse Ambiental (ZEIA) desde o final de 2011.
Era a atração que faltava para o bairro ficar completo.

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Coworking da Bahia para o mundo

Já pensou poder trabalhar em qualquer lugar do mundo sendo membro de apenas um espaço coworking?
O Coworking Visa é uma maneira extremamente simples, mas poderosa para espaços oferecerem acesso gratuito aos membros de outros espaços. Assim, muitos espaços de coworking operam independentemente uns dos outros, mantendo relações amistosas e colaborativas.
Quando um espaço coworking opta no programa Coworking Visa, seus membros podem fazer uso de qualquer dos outros espaços na rede, geralmente até três vezes, gratuitamente. Em troca, a comunidade participante oferece seu espaço aos demais membros da rede.
A melhor parte? Na Bahia já é possível encontrar espaços que oferecem esse serviço. Agora viajar com a família tendo que finalizar algum projeto ou fazer uma reunião via skype ficou mais fácil, sem contar os inúmeros espaços que hoje oferecem todo o cuidado e conforto para seu filho.
Para saber mais sobre o universo do coworking, acompanhe nossas dicas nas redes sociais.

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WorkShop Station Coworking

No último dia 20 ocorreu o primeiro workshop da Station Coworking. Recebemos o grande Fabio Nascimento com uma palestra incrível sobre técnicas de venda pela internet.
O evento marcou o início de um ciclo permanente de palestras multidisciplinares com assuntos variados.
Agradecemos a todos que estiveram presentes e recomendamos atenção nas redes sociais, porque o próximo workshop será anunciado em breve.
Nos vemos.

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NÃO DÊ DESCONTO AOS SEUS CLIENTES.

NÃO DÊ DESCONTO AOS SEUS CLIENTES. AUMENTE O VALOR AGREGADO DO SEU PRODUTO.

08 Julho 2016, por Fernando Aguirre
(fonte: Coworking Brasil)

Uma estratégia poderosa para lutar contra a famosa “choradinha” por desconto do brasileiro.

Imagem Não dê desconto aos seus clientes. Aumente o valor agregado do seu produto.

 

Depois de assistir a este vídeo do Érico que está abaixo, lembrei imediatamente do dia em que parei pra avaliar minha carreira e como eu precificava meu trabalho para os meus clientes.

Mesmo quando tinha um emprego fixo, eu também sempre desenvolvi projetos em paralelo como profissional freelancer. Durante muito tempo encarava esses projetos paralelos mais como uma oportunidade de exercitar outras habilidades do que realmente uma forma de ganhar dinheiro.

Eu tinha o conforto do salário mensal, que pagava as contas, então na minha cabeça “o que viesse era lucro”.

Certo dia, enquanto estava enrolado com um desses projetos, um prospect me ligou para discutir sobre seu produto. Eu não tinha tempo de pegar outro job, então usei a velha tática de cobrar um valor acima da média pra “recusar com elegância” o novo cliente.

Não funcionou.

Por uns minutos, não entendi ao certo. Eu simplesmente cobrei 50% a mais do que normalmente cobraria e o cliente nem hesitou. No dia seguinte estava um “ok, vamos lá” na minha caixa de entrada.

Na época não percebi, no entanto algum tempo depois descobri que esse cliente havia sido indicado por um ex-colega, que falou muito bem do meu trabalho. O que entendo hoje é que aquele cliente não estava interessado no menor preço; estava procurando alguém em que pudesse confiar.

Entusiasmado com o experimento anterior, decidi testar um pouco mais. No orçamento seguinte, adicionei mais 50%. O projeto fechou. Nos próximos dois, segui aumentando em 50% meu custo, e as propostas continuavam fechando.

Qual é o limite do seu mercado?

Em um período de pouco mais de 6 meses, passei a ganhar 3x mais por exatamente o mesmo serviço que fazia antes. Isso foi incrível pra mim, e comecei a sonhar grande.

Quer saber? Vou dobrar o preço agora! “Alou, sr. cliente? O preço agora é 2x. Vamos fazer?”

Aos berros, do outro lado da linha escutei: “Não, claro que não! Você está louco?” (tá, era um e-mail e o diálogo não foi bem esse, admito).

Pronto, cheguei ao teto do meu mercado. A partir daqui não dá mais pra subir. Talvez as pessoas na minha cidade não estejam dispostas a pagar esse valor, ou talvez com tanta gente cobrando 1/4 disso fica impossível valorizar os bons profissionais.

Por alguns meses era isso que passava na minha cabeça. Tentei mais alguns orçamentos com um valor similar e nenhum fechou. Era hora de voltar ao último patamar que eu sabia que era seguro.

Geralmente, o valor mais importante em uma proposta não começa com R$.

É então que a história começa a ficar interessante. No ano seguinte, novamente me vi na situação de ter mais pedidos de orçamentos do que eu poderia entregar. Lembro que em um final de semana recebi dois e-mails exatamente iguais. Mesmo tipo de projeto, mesmo perfil de cliente, mesmo segmento. Provavelmente viram algum trabalho meu em algum veículo segmentado ou evento.

Respondi ambos com preços idênticos, tendo que torcer para que os dois não fossem aceitos, ou não teria como cumprir os prazos. Para um empreendedor, ter que torcer para uma negociação fracassar é uma dor no peito inacreditável. É uma sensação de oportunidades indo embora porque você está fazendo algo errado.

Por sorte, apenas um cliente de fato assinou o cheque. Digo que foi sorte não pelo fato de não terem sido os dois ao mesmo tempo, e sim porque, como eram dois projetos exatamente iguais, fiquei bastante intrigado e interessado em entender por que um fechou e o outro não.

Mais tarde, examinando melhor as propostas, notei que na oportunidade vencedora eu tinha adicionado – quase sem querer – um pequeno “bônus”.

Durante a troca de e-mails, o rapaz rapidamente havia me comentado que achava pouco profissional seu endereço de e-mail “@yahoo.com” e sonhava em ser como uma empresa grande, ter um e-mail “fulano@nomedaempresa.com”.

Veja bem, fazer essa configuração é algo tão bobo e simples que nem sequer levei em consideração no orçamento. Eu adicionei no meio da proposta sem perceber. Mas, pra um leigo, encontrar um servidor de e-mail e configurar meia dúzia de registros MX no DNS é algo assustador. Pra mim, tarefa de 5 min.

DICA: Se você também quiser um e-mail com @suaempresa.com,
da uma olhada nesta ferramenta.

 

Eu estava decidido. Aquele tinha sido o fator que fez essa proposta ser aceita. Pra desespero de qualquer amante de estatísticas, ignorei completamente as outras N possibilidades e coloquei na cabeça que toda minha proposta devia entregar sempre algo a mais do que o cliente pediu.

E funcionou.

Consegui novamente aumentar meu valor/hora e testar outros modelos de trabalho.

O grande truque: valor agregado é como fruta. Tem gente que adora maçã, tem gente que não liga.

O principal aprendizado que veio na sequência foi entender que cada pessoa tem seus próprios valores. Não adianta você, desenvolvedor web, começar a oferecer configuração de e-mail gratuita achando que vai dobrar seu faturamento. Não é assim que funciona.

Para aquele cliente, esse era um desejo forte o suficiente pra justificar o investimento. Era algo que ele queria há muito tempo e não hesitou quando viu a oportunidade.

Mas o segredo do negócio é aprender a identificar o que cada potencial cliente ou mercado valoriza, além do preço. Um outro exemplo:

Três anos atrás comecei a me envolver no mercado de startups. Inicialmente, como entusiasta da cultura. Frequentava eventos e grupos de discussão. Comecei a estudar como tudo funcionava. Um dia me dei conta que aquele mercado era fantástico para eu atuar como fornecedor. Eu ainda não tinha uma startup, mas já pensava como uma. Eu conhecia a linguagem. As dores que esse tipo de empresa sofre na hora de contratar o time.

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Uma proposta de valor clara.

1. Empresas em estágio inicial têm demanda muito variável. Se entra ou sai um cliente é o suficiente pra precisar contratar ou demitir profissionais. E isso é um processo muito chato.

Então eu ofereci um modelo escalável, em que eu poderia trabalhar um pacote diferente de horas a cada mês. Sem burocracia.

2. Começar a construir a cultura da empresa é muito importante, por isso o time estar próximo é fundamental. Profissionais freelancers geralmente acabam se distanciando do restante do time.

Então eu ofereci um modelo de acompanhamento contínuo, diariamente. Você sempre sabe a hora que estou online, e nós conversamos todos os dias.

3. Contratar um funcionário é um custo absurdo no Brasil, ponto.

Então eu deixei muito claro minha posição contra o modelo CLT. Dei segurança pras empresas que EU não queria ser CLT, e nunca iria me aproveitar de alguma brecha trabalhista para exigir tais direitos.

4. Contratar alguém com perfil errado é uma dor de cabeça enorme.

Então montei um modelo em que fica muito fácil iniciar e encerrar um contrato. Não deu certo? Sem problemas, vamos encerrar agora, sem multa, sem despedida triste, sem choro. São apenas negócios, eu sei.

Perceba que nada disso foi reinventar a roda. São coisas simples que muitos profissionais já fazem de uma forma ou de outra. A grande jogada foi deixar essa postura muito clara, para que os clientes pudessem perceber o valor exato de trabalhar comigo. E isso nada tinha a ver com dinheiro.

No fim, deu super certo. Eu cheguei ao valor/hora que queria, as startups com que trabalhei sempre ficaram satisfeitas.

Não se trata de estratégias complexas ou brindes malucos. É apenas entender o que as pessoas procuram além do preço e mostrar isso pra elas.